Vacinas que estão na fase III- Universidade de Oxford

Na verdade a vacina não desenvolvida apenas pela universidade britânica, a empresa sueca AstraZeneca também participou ativamente da pesquisa. A vacina em questão é baseada em um adenovírus de chimpanzé chamado ChAdOx1. Um estudo com macacos descobriu que a vacina os protegia e , em maio, os Estados Unidos concederam ao projeto US $ 1,2 bilhão em apoio à pesquisa. Os estudos de Fase I e II demonstraram que a vacina era segura, não causando efeitos colaterais graves. Além disso, estimulou a produção de anticorpos contra o coronavírus, bem como outras defesas imunológicas.



A vacina está agora em testes de Fase II / III na Inglaterra e na Índia, bem como em testes de Fase III no Brasil e na África do Sul. O projeto pode entregar vacinas de emergência até outubro (será? que assim seja!). A AstraZeneca informou que sua capacidade total de fabricação da vacina, se aprovada, é de dois bilhões de doses.

Diante da demanda mundial, você pode até duvidar da capacidade de produção. No entanto, o instituto indiano Serum, maior produtor mundial de vacinas, prepara a sua linha de montagem para produzir 500 doses por minuto.


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Segundo Adar Poonawalla, residente-executivo da Serum, Ministros nacionais da saúde, primeiros-ministros e outros chefes de estado (ele não disse quem) e amigos de quem ele não tinha notícias há anos têm telefonado para ele, disse ele, implorando pelos primeiros lotes.

No Brasil, o estudo está sendo liderado pela Unifesp e o acordo prevê a compra de 100 milhões de doses além da transferência de tecnologia. A articulação para a vinda dos testes  ao Brasil contou com a liderança da Professora Doutora Sue Ann Costa Clemens, diretora do Instituto para a Saúde Global da Universidade de Siena e pesquisadora brasileira especialista em doenças infecciosas e prevenção por vacinas, investigadora do estudo.

Para a etapa dos testes em São Paulo, a Unifesp irá recrutar mil voluntários que estejam na linha de frente do combate à Covid-19, uma vez que estão mais expostos à contaminação. Eles precisam ser soronegativo, ou seja, pessoas que não tenham contraído a doença anteriormente. Segundo Dra. Lily Yin Weckx, investigadora principal do estudo e coordenadora do CRIE/Unifesp, “o mais importante é realizar essa etapa do estudo agora, quando a curva epidemiológica ainda é ascendente e os resultados poderão ser mais assertivos."


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